como eu já disse antes, eu fui no rotary na segunda-feira... e no discurso inicial do novo presidente, foi contada uma história.
pois é, o novo presidente contou um historinha que me deu um choque de verdade e me deixou um tanto comovido, vou repassá-la aqui da maneira que puder fazer melhor:
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a estória fala sobre um rapaz que foi convocado para a guerra:
e desde que foi pra guerra, seus pais ficaram muito preocupados, como todo pai ficaria com seu filho.
e o tempo foi passando, o contanto era somente por cartas naquela época, cartas que demoravam pra chegar...
a guerra ia acontecendo, e cada vez mais os pais ficavam ansiosos para ver o filho em casa.
o filho por sua vez, era uma pessoa muito forte, e mandava cartas para os pais, sempre dizendo que iria voltar pra casa logo.
certo dia, os pais recebem um telefonema. o telefone toca, e ao atenderem, os pais já reconhecem o "alô" do filho no primeiro milésimo de segundo.
o filho dizia que estava finalmente voltando pra casa, e que a guerra acabou, e que ele estava chegando... ele disse também para os pais que ele levaria um amigo para casa.
os pais concordaram logo de cara.
o filho continuou dizendo que esse amigo era um ferido de guerra, e que ele não tinha um braço e uma perna... que ele estava levando esse amigo pra casa, além disso tudo.
os pais hesitaram, e disseram que isso causaria pra eles um sério transtorno, que isso iria prejudicar o andamento da família, a sua privacidade... e que o melhor a fazer seria levar o amigo para uma dessas casas que ajudam as pessoas, e que existiam até casas esécíficas para feridos de guerra, e é lá que esse maigo deveria ficar.
o filho muito sentido desligou o telefone. e não apareceu em casa naquele dia.
passado pouquíssimo tempo, em uma questão de poucos dias, os pais foram chamados para fazer o reconhecimento de um corpo.
quando chegaram no local, havia um corpo estendido no chão, em frente um prédio. nesse corpo, eles reconheceram a face de seu filho, que havia se suicidado, pulando do prédio. e notaram uma outra coisa, o seu filho não tinha um braço e uma perna.
isso mesmo, não havia amigo. era ele.
a estória não tem moral evidente, mas é realmente chocante, meu estômago deu pontadas quando eu terminei de ouvir